Prêmio Colaborador Destaque 2019

Palmas pra ele

Ele merece! Em 2019, só deu ele. Apesar da rotina agitada, Pedro Henrique soube recepcionar como ninguém durante o ano que passou, tratando a todos sempre com muita educação, simpatia e gentileza.

Como primeiro contato do paciente com a clínica, foi ele quem melhor representou os valores definidos pelo IAD Brasília, o que lhe rendeu o título de Colaborador Destaque 2019, reconhecimento merecido pelo foco no bom atendimento e zelo pela imagem da empresa.

O prêmio, instituído como forma de motivar os colaboradores, estabelece critérios de avaliação como pontualidade, assiduidade, disponibilidade, atitudes positivas, relacionamento com a liderança e pares, ideias construtivas, valor à empresa, busca de melhorias pessoal e profissional. E Pedro Henrique se destacou em todas essas categorias. 

Segundo o administrador Eváriston, dar continuidade a esse projeto de premiação, valorizando condutas exemplares, motiva a entrega de bons resultados e retém talentos na empresa. A premiação, conduzida por critérios transparentes e bem definidos, também serve para demonstrar apoio ao desenvolvimento profissional do colaborador.

Para Pedro Henrique, receber o prêmio foi o resultado de seu empenho constante em bem receber, tarefa que executa com muita dedicação.

Foi de fato uma enorme satisfação, olhar pra trás e ver cada degrau que subimos para chegar até aqui, por cada tropeço que no fim nos tornaria mais forte, e poder dizer “Sim! Valeu a pena”. Obrigado Família IAD.

Pedro Henrique

Recepcionista

Parabéns, Pedro Henrique! Sua dedicação é um exemplo para todos e um grande orgulho para nossa clínica.

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Neuroestimulador no tratamento da Doença do Refluxo Gastroesofágico

Novas formas de tratamento da Doença do Refluxo Gastroesofágico

Foi realizada recentemente a primeira cirurgia no DF para tratar a Doença do Refluxo Gastroesofágico com a implantação de um neuroestimulador (semelhante a um marca-passo). O procedimento cirúrgico e endoscópico combinado contou com a participação do Dr. Júlio Veloso, médico Gastroenterologista do IAD Brasília no Hospital Anchieta.

Doença do Refluxo Gastroesofágico – DRGE

Aproximadamente 20% da população sofre hoje com a doença e busca a cura para o mal do refluxo. O tratamento inicial consiste em mudanças de hábitos alimentares, controle do peso e uso de medicamentos para reduzir a acidez gástrica. Para aqueles pacientes que apresentam comprometimento importante da função do esfíncter esofagiano inferior e hérnia de hiato, a cirurgia convencional de fundoplicatura pode ser a melhor opção de tratamento. No entanto, apesar disso aproximadamente 30% dos pacientes são refratários ao tratamento clínico e não gostariam de ser operados. Por conta disso, têm surgido mais recentemente novas opções de tratamento menos invasivas e que agem diretamente no esfíncter esofagiano inferior.

O refluxo gastroesofágico ocorre quando o conteúdo do estômago retorna ao esôfago. Isso acontece quando a válvula entre o esôfago e o estômago, conhecida como esfíncter esofagiano inferior, não funciona adequadamente.

Sintomas comuns da doença são azia e regurgitação ácida. Sintomas menos comuns também podem estar associados com o refluxo gastroesofágico, como dor torácica inexplicável, pigarro, rouquidão, irritação na garganta, tosse crônica, entre outros.

Neuroestimulação para Doença do Refluxo Gastroesofágico

Apesar de pouco invasiva, a implantação de neuroestimulador não é recomendada para todos os casos de DRGE. “É indicada apenas para os casos mais graves, em que o tratamento clínico não surte efeito e a qualidade de vida do paciente está prejudicada”, explica o Gastroenterologista Dr. Júlio Veloso.

O “marca-passo” (neuroestimulador) envia impulsos elétricos para o esfíncter inferior do esôfago, para tonificá-lo e normalizar suas funções de barreira, evitando assim o refluxo.

O assunto foi tema de palestra ministrada pelo Gastroenterologista por ocasião do XIII Congresso Brasileiro de Cardiologia Intensiva em Brasília.

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Robôs participam de novas histórias de sucesso

Esqueça, por hora, histórias de ficção científica e...

Mergulhe conosco numa história real, protagonizada também por robôs. São eles que vêm mudando a história da medicina, ajudando a salvar vidas e tratar doenças de forma menos invasiva, viabilizando a recuperação mais rápida do paciente e a redução da dor no pós-operatório

Em Brasília, essa realidade se mistura à história de Thaís Alencar, 38, coloproctologista e cirurgiã geral do IAD Brasília, que acaba de ser certificada como cirurgiã robótica. Thaís é a primeira mulher certificada no Distrito Federal e, juntamente com outros três cirurgiões, ajuda a mudar mais rápido a história da medicina na capital federal.

A médica já realizou cirurgias robóticas de cólon e conta que o paciente sempre tem curiosidade em conhecer o robô. Por outro lado, alerta para a importância que tem o treinamento da equipe, ao mesmo tempo em que vê com muito entusiasmo a dedicação de todos ao paciente. “Está todo mundo mobilizado e muito envolvido para que tudo dê certo”, destaca a médica.

Em um mundo onde a única certeza é que tudo muda, cada vez com mais velocidade, dado o papel da tecnologia, “eu não poderia perder essa oportunidade, ainda mais num momento tão importante para Brasília.  É muito bom estar no começo, crescendo com a cidade” revela Thaís, que sabe que a busca pelo conhecimento deve ser constante. Afinal, as mudanças estão aí e os clientes precisam delas.  

Mas existe um outro lado dessa conquista. No momento em que tanto se fala sobre o empoderamento da mulher, mais uma vez a médica sente que faz parte de uma outra história cuja valor social é enorme. Não foram poucos os sacrifícios que fez para chegar até aqui, mas a paixão pela profissão orientou suas ações. “Foi corrido, muitas vezes desmarquei consultório para fazer treinamento, mas a maior disponibilidade era mesmo à noite e assim atingi meu objetivo”, diz ela.

Mãe de duas filhas – Larissa, 6 e Emmanuelle, 7 -, ainda numa fase que demanda muito cuidado, durante o treinamento só dormia de madrugada. “Para a mulher, para a mãe, é muito difícil a opção. “Uma decisão como essa exige uma coisa muito maior, força de vontade, amar o que se faz, e eu tenho muito amor pela medicina, pela minha profissão, pela minha especialidade”.

Cirurgia robótica impõe novos desafios

O fascínio pela medicina impulsionou Thaís para mais esta especialização, após convite do também coloproctologista e cirurgião geral do IAD Brasília Dr. Elias Couto. Ela aceitou o desafio de auxiliá-lo e, para chegar à certificação, foram  necessários meses de capacitação e muito estudo. No IAD, cada médico está buscando conhecimento o tempo inteiro, todos querem melhorar e eu gosto muito desse ambiente”, diz a cirurgiã.

A tecnologia está mudando a realidade, com reflexos profundos sobre o trabalho no mundo inteiro. Por isso, Thaís destaca que em sua área de atuação ainda será grande a evolução da cirurgia à distância. Os custos, devem se reduzir viabilizando a sua maior utilização, já que, neste ano, caiu a patente do robô.

Em toda cirurgia robótica, as mudanças são enormes. A visão tridimensional possibilita ao médico enxergar o que não se consegue com a visão bidimensional, a exemplo de enervações, fundamental em cirurgias na região da pélvis. Trate-se de uma passagem estreita, sobretudo nos homens, o que dificulta a manipulação das mãos e a boa visualização numa cirurgia aberta, diz a médica. Por isso os melhores resultados apresentados pelos trabalhos científicos dizem respeito a essa região.  

Toda tecnologia nova traz consigo uma série de questionamentos, como aconteceu no passado com a videolaparoscopia. A robótica hoje passa por essa fase, mas sabemos que não há volta e a tendência é a sua maior utilização, diz a médica, lembrando seus benefícios para médicos e pacientes.  Nesse contexto, Thaís ressalta que hoje os pacientes têm muita informação, querem discutir os métodos, enviam e solicitam artigos, o que ela acha muito bom.  

“A área de saúde se expande e se moderniza em Brasília e todos nós precisamos evoluir juntos”. Além disso, a robótica também vem em auxílio também dos médicos, que podem continuar emprestando seu conhecimento e competência, driblando algum tremor e, por exemplo, problemas de coluna, já que usam as mãos do robô e passam a operar sentados, no console.

[Matéria na TV Brasília]

  • Cirurgia para refluxo gastroesofágico
  • Amputação abdômnio-perineal do reto (completa)
  • Amputação do reto por procidência
  • Apendicectomia aberta
  • Cirurgia de abaixamento (qualquer técnica)
  • Cirurgia de acesso posterior
  • Colectomia parcial com colostomia
  • Colectomia parcial sem colostomia
  • Colostomia ou enterostomia
  • Colotomia e colorrafia
  • Distorção de volvo por laparotomia
  • Enteropexia (qualquer segmento)
  • Enterotomia e/ou enterorrafia de qualquer segmento (por sutura ou ressecção)
  • Esvaziamento pélvico anterior ou posterior – procedimento cirúrgico
  • Esvaziamento pélvico total – procedimento cirúgico
  • Fixação do reto por via abdominal
  • Invaginação intestinal sem ressecção – tratamento cirúrgico
  • Proctocolectomia total
  • Proctocolectomia total com reservatório ileal
  • Retossigmoidectomia abdominal
  • Amputação abdômnio-perineal do reto por videolaparoscopia (completa)
  • Apendicectomia por videolaparoscopia
  • Cirurgia de abaixamento por videolaparoscopia
  • Colectomia parcial com colostomia por videolaparoscopia
  • Colectomia parcial sem colostomia por videolaparoscopia
  • Esvaziamento pélvico anterior ou posterior por videolaparoscopia
  • Esvaziamento pélvico total por videolaparoscopia
  • Proctocolectomia total por videolaparoscopia
  • Retossigmoidectomia abdominal por videolaparoscopia
  • Estenose anal – tratamento cirúrgico (qualquer técnica)
  • Fissurectomia com ou sem esfincterotomia
  • Fistulectomia anal em dois tempos
  • Fistulectomia anal em ferradura
  • Fistulectomia anal em um tempo
  • Hemorroidectomia aberta ou fechada, com ou sem esfincterotomia
  • Esfincterotomia
  • Videocolecistectomia com colangiografia
  • Vídeo colecistectomia sem colangiografia
  • Tratamento cirúrgico de cisto sacro coccígeo
  • Herniorrafia inguinal uni ou bilateral
  • Herniorrafia umbilical
  • Laparotomia exploradora, ou para biópsia, ou para drenagem de abscesso, ou para liberação de bridas em vigência de oclusão.
  • Gastrostomia confecção/fechamento
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Se valeu? Claro que valeu!

2018 não foi fácil...

Foram muitos os momentos de correria, de angústia, de mudança de rotina, de preocupação com os nossos pacientes, de tristeza com despedidas inesperadas.

Mas ver a união de nossos colaboradores, apesar de todos os desafios e adversidades, não tem preço!

No último domingo, dia 9 de dezembro, durante nossa confraternização de fim de ano, a alegria e empolgação de nossa equipe foi notável e gratificante de se ver. Momentos assim aparam arestas, criam novos horizontes e nos dão a clara percepção de que a união e a colaboração de todos é o único caminho para alcançar a perfeição.

Que venha 2019 com novos desafios. Estamos prontos!

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Prêmio Colaborador Destaque 2018

E-mail, WhatsApp, chat, internet...

Neste ano de 2018, foram muitas as formas de entrar em contato com o IAD para ter a sua demanda resolvida. Mas, para aqueles que ainda preferem uma boa ligação telefônica, ligar para o IAD e ser atendido pela Débora Natália foi um privilégio. Natália foi escolhida para o prêmio Colaborador Destaque 2018 por representar quem melhor espelhou o conjunto de valores defendidos pelo Instituto, como produtividade, pontualidade, assiduidade, relação interpessoal, ideias construtivas, entre outros. 

Para Eváriston Serpa, administrador da clínica IAD Brasília, esse prêmio faz com que o colaborador se sinta parte do IAD e de seu sucesso. “Para chegar ao destaque do ano, reunimos os supervisores e avaliamos os colaboradores baseados nos critérios: feedback, preenchimento do Plano de Desenvolvimento Individual, produtividade, pontualidade, assiduidade, relação interpessoal, relacionamento com a liderança e pares, ideias construtivas e valor à empresa, retorno de situações no setor e vontade de melhorias”, explica Eváriston. Com base nesse perfil, chegou-se ao nome da Natália.

A Débora Natália está no IAD há pouco mais de um ano e já sagrou-se vencedora pelo esforço e dedicação durante esse período. Ela falou sobre a alegria de receber o prêmio Colaborador Destaque 2018:

“O empenho e dedicação sempre irão nos levar mais longe! Hoje quero agradecer ao IAD por ter me dado o privilégio de ser a funcionária destaque 2018. Estou muito feliz por fazer parte desta excelente empresa e sinto que estou fazendo a coisa certa, pois o sucesso é um trabalho diário que só pode ser alcançado com perseverança.”

Débora Natália de Brito

Telefonista

Parabéns, Débora Natália! Sua dedicação é um exemplo para todos e um grande orgulho para nossa clínica.

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